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Os Destroços Pegaram Fogo: Lula vai perder pois está DESCONECTADO, não entende o tamanho do problema, diz empresário após jantar com petista

Na noite de 31 de agosto de 2026, o PETISTA Lula da Silva reuniu no Palácio da Alvorada 16 dos principais empresários e banqueiros do país. O encontro, batizado informalmente de “jantar do PIB”, tinha um objetivo claro: reduzir a resistência do mercado à sua reeleição, especialmente após a Faria Lima ter se aproximado de Flávio Bolsonaro.

O clima foi descontraído. Houve elogios, cobranças educadas sobre o quadro fiscal e até uma tentativa de André Esteves (BTG) de transmitir uma mensagem positiva de Donald Trump. Lula falou pouco. Recorreu ao passado — “fui o único presidente do G20 a entregar oito anos de superávit primário” — e evitou confrontos.

Mas foi no corredor de saída que a frase mais dura da noite foi dita. Um empresário comentou com outro, em tom discreto:

“Ele vai perder a eleição. Não é que ele esteja velho, ele está desconectado. Ele não entende o tamanho do problema, e pode vir uma onda de direita na reta final.”

E não foi qualquer empresário, confira a lista dos presentes:

A observação, captada pelo Brazil Journal, resume um sentimento que cresce silenciosamente em setores do empresariado: a percepção de que Lula perdeu a sintonia com a gravidade da situação fiscal e com a evolução do eleitorado.

O problema apontado não é a idade biológica, mas a desconexão cognitiva e política. Lula continua falando de um Brasil que existiu entre 2003 e 2010 — de superávits, boom de commodities e popularidade alta —, enquanto o mercado e parte da população olham para uma dívida pública que já ultrapassa 80% do PIB, juros persistentemente elevados e a estagnação no poder de compra. Um governo que só entregou fracasso.

O jantar foi um fracasso absoluto. Foi um espelho para Lula. De um lado, um presidente que ainda acredita no poder de sua história e de sua oratória. Do outro, um empresariado que ouve, cumprimenta, sorri… e, no corredor, já fala em sua derrota.

Na política, às vezes, a verdade mais cruel não é dita à mesa. É dita no elevador.

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