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ABSURDO: Alcolumbre sai em defesa de Moraes, e alfineta Flávio Bolsonaro, mas e a SUIÇINHA

É de cair o queixo. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, sobe à tribuna e, em vez de enfrentar de frente as graves acusações que envolvem o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, resolve “defender” o ministro citando o repasse de milhões para um filme sobre Bolsonaro.

“Todo mundo esqueceu que pediram R$ 130 milhões para a mesma pessoa para fazer um filme. E agora o culpado é só o ministro Alexandre de Moraes?”

Que argumento é esse? Que moral é essa? Como se a existência de outras irregularidades (ou suspeitas) apagasse, magicamente, as mensagens, os encontros e as relações reveladas no caso Master. Como se o “e os outros?” fosse resposta séria para quem ocupa a cadeira de ministro do Supremo.

É o clássico jogo de espelhos da política brasileira: quando a pressão aperta, joga-se sujeira no ventilador e se grita “dois pesos e duas medidas”. Só que aqui o peso da toga e o peso do cargo público não deveriam permitir esse tipo de relativismo. Ou se investiga tudo com o mesmo rigor, ou se admite que a seletividade é a regra.

Alcolumbre, pressionado a dar andamento a pedidos de impeachment, prefere o desvio de atenção. E a GloboNews repassa a cena como se fosse apenas mais um capítulo da novela política. O Brasil merecia menos cinismo e mais coerência. Merecia que quem manda no Senado não transformasse gravidade em deboche.

CONFIRA O ALCOLUMBRE DISSE SOBRE OS PEDIDOS DE IMPEACHMENT DO MINISTRO:

Alcolumbre, ao lado de Randolfe, indica que não vai abrir processo de impeachment de Moraes

“A minha percepção é que tem 109 pedidos, isso não é normal. 109 solicitações no Congresso de impeachment dos 10 ministros do Supremo.”

A EQUIPE DO CÓDIGO 22 QUE SENADOR E PRESIDENTE DO CONGRESSO NACIONAL, EXPLICASSE SOBRE OS VAZAMENTOS ABAIXO:

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