Campanha de Flávio Bolsonaro destaca a influência do petista Lula sobre a composição do Supremo Tribunal Federal e utiliza a figura do ministro Alexandre de Moraes em alerta aos eleitores
A reta final da campanha presidencial ganhou novos contornos com a veiculação da propaganda eleitoral do senador e candidato Flávio Bolsonaro. A peça publicitária colocou no centro do debate público o futuro da composição do Supremo Tribunal Federal (STF) e o peso decisivo que o próximo presidente da República terá sobre a formulação de diretrizes da mais alta Corte do país.
Em pronunciamento oficial Flávio Bolsonaro declarou: “Estou interrompendo a campanha diante da gravidade do que está acontecendo. Nosso compromisso com o Brasil é maior que qualquer questão política”, e promete combater o crime organizado, reduzir juros e endividamento e fortalecer a democracia. Também afirma que não disputará a reeleição: “Minha missão é consertar o país.”, assista:
Segundo o alerta apresentado pelo candidato, caso o petista Lula da Silva vença o pleito, o presidente terá a prerrogativa de indicar mais quatro ministros para o STF ao longo do próximo mandato.
O Alerta da Campanha e a Referência a Alexandre de Moraes
A propaganda eleitoral de Flávio Bolsonaro buscou enfatizar a relação e a convergência política entre a gestão de Lula e a atuação de membros do Judiciário, utilizando de forma direta o nome do ministro Alexandre de Moraes como ponto central do questionamento.
Em tom de alerta dirigido ao eleitorado, a peça provoca o público a refletir sobre o perfil do STF e a influência de quem ocupará o Palácio do Planalto nos próximos anos:
“Se Lula ganhar, poderá indicar mais quatro ministros do STF. Imagina cinco Alexandre de Moraes!”
O questionamento principal levantado pela campanha gira em torno de qual grupo político exercerá influência determinante sobre o Tribunal, alertando para os riscos de uma concentração de perfil ideológico e institucional no Judiciário brasileiro.


















