Em meio a um cenário de forte pressão gerada por cartéis do narcotráfico, o governo de orientação direitista altera diretrizes para armamento legal, sob justificativa de ampliar o direito de autodefesa da população civil
O presidente da Colômbia, o direitista Abelardo de la Espriella, promoveu uma mudança significativa nas diretrizes de segurança pública do país. Em decisão oficializada na terça-feira (8), o governo reduziu as restrições impostas ao porte de armas de fogo legais, buscando mitigar os impactos da intensa crise de criminalidade associada às quadrilhas do narcotráfico que operam em território colombiano.

A medida governamental busca reconfigurar o panorama de autodefesa para cidadãos que cumprem as exigências legais, reposicionando o entendimento estatal frente ao avanço das facções criminosas. Contudo, a administração de de la Espriella enfrenta contestações e polêmicas no campo político e midiático. O chefe do Executivo tem sido alvo de críticas recorrentes devido à circulação de registros visuais nos quais aparece caminhando em meio a corpos cobertos por lençóis brancos, pertencentes a integrantes de grupos armados neutralizados pelas forças de segurança do Estado.
Enquanto implementa as novas diretrizes internas na área de segurança e defesa, a gestão busca consolidar alinhamentos estratégicos externos. O mandatário conta com o respaldo político de Washington e recebe em visita oficial o principal chefe da diplomacia dos Estados Unidos, Marco Rubio, reforçando os acordos de cooperação bilateral no combate às organizações criminosas transnacionais.
Fonte: Uol
*Imagem da capa gerada por IA

















