Está cada vez mais evidente que a mídia do sistemal conhece o plano de Donald Trump: apoiar a retomada da liberdade no Brasil e tirar o país das garras de um sistema que persegue adversários políticos, controla instituições e sufoca vozes dissidentes. O trabalho de Trump para reequilibrar as democracias ocidentais já assusta quem se beneficia do atual arranjo de poder.
A prova está na reação desesperada do jornalista do sistema que disse “Está ficando cada vez mais clara a intenção do governo americano de interferir na eleição brasileira, a favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Temos que reagir”.
O argumento de que “nenhum país pode interferir” soa hipócrita quando o próprio sistema brasileiro conviveu anos com interferências externas, omissões internacionais e pressões de organismos globais sempre que interessava ao poder instalado.
A mídia do sistema entrou em pânico. Percebe que a possível volta de uma agenda conservadora e liberal, com apoio externo explícito, ameaça o controle que exercem sobre o debate público e as instituições. Por isso, a pressa em cobrar “ação” do governo Lula: querem que o Estado brasileiro seja usado para bloquear, investigar ou criminalizar qualquer aproximação entre forças anti-sistema no Brasil e nos Estados Unidos.
O recado é claro: o establishment sente o chão tremer. Quanto mais tentam pintar como “interferência inaceitável” o apoio de Trump a candidatos de direita, mais expõem o próprio medo de perder o domínio que construíram. O Brasileiro assiste, atento. A interferência que realmente preocupa não é a externa – é a interna, aquela que transforma o Judiciário e a imprensa em instrumentos de perseguição política.


















