Conselheiro próximo de Donald Trump critica inelegibilidade e prisão domiciliar do presidente brasileiro e aponta interferências do governo Lula na liberdade de expressão
Declarações fortes de um dos principais assessores de Donald Trump voltaram a colocar o caso de Jair Bolsonaro no centro do debate internacional. Jason Miller, conselheiro sênior do presidente americano, classificou a situação jurídica do presidente como uma grave ameaça após reunião entre o senador Flávio Bolsonaro e Trump no Salão Oval.
Após Trump receber Flávio Bolsonaro, Jason Miller fez questão de lembrar aos repórteres, durante coletiva de imprensa, que Jair Bolsonaro ainda está preso e que eles deviam saber disso.
Exaltou ainda que, tudo que está acontecendo no Brasil está sendo mostrado para o mundo e que é preciso estar atento as eleições por causa das facções criminosas que podem agir livremente por causa de “Lula”.
Miller, que acompanhou de perto o encontro desta terça-feira, não poupou críticas ao contexto político brasileiro. Ele descreveu a situação atual de Bolsonaro — inelegível e em prisão domiciliar — como “uma desgraça” e afirmou de forma direta: “O que acontece com o presidente Bolsonaro é uma ameaça à democracia no Brasil e em outros países. Isso precisa mudar.”
O conselheiro também ampliou as críticas ao governo federal. Segundo ele, o atual Executivo adota uma postura anti-americana e promove restrições à liberdade de expressão que ultrapassam as fronteiras nacionais.

















