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CARA DE PAU: Mídia do regime alimentou o mostro e agora acha que mea-culpa resolve

Durante transmissão, veículos de imprensa ligados ao establishment admitem que avalizaram medidas de exceção e atropelos jurídicos sob a premissa de que os fins justificavam os meios

A cobertura jornalística dos bastidores do poder em Brasília ganhou um capítulo de rara autocrítica pública por parte de veículos tradicionais da grande mídia. Em um momento de forte debate sobre os rumos institucionais do país, comentaristas e comunicadores da GloboNews admitiram abertamente que a imprensa tradicional falhou gravemente ao endossar e normalizar práticas de exceção adotadas dentro do sistema de justiça.

A declaração expõe a postura adotada por setores do jornalismo durante o período de acirramento de inquéritos e decisões monocráticas conduzidas no âmbito do Supremo Tribunal Federal. Ao avaliar o desgaste institucional acumulado ao longo dos últimos anos, um dos porta-vozes da emissora fez um mea-culpa direto sobre a cumplicidade corporativa com os abusos de autoridade.

“E nós da imprensa temos que fazer um mea-culpa. A gente aceitou medidas fora da lei porque achava que os fins justificavam os meios. Esquecemos que as formalidades são fundamentais. A gente realmente errou.”

O reconhecimento público de que os freios e contrapesos constitucionais foram deliberadamente ignorados sob a justificativa de combater adversários políticos gerou forte repercussão nas redes sociais e entre analistas independentes. Para críticos da atuação da grande mídia, a autoconfissão tardia evidencia como a narrativa construída por anos pelos grandes conglomerados de comunicação alimentou a concentração de poderes e o clima de insegurança jurídica que agora atinge o próprio funcionamento das instituições brasileiras.

Fonte: Globo News

*Imagem da capa gerada por IA

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