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Carlos Bolsonaro questiona STF e exige apuração contra Janja da Silva

Publicação nas redes sociais cobra posicionamento do Supremo Tribunal Federal após declarações envolvendo programas sociais durante o período de campanha eleitoral

O Senador eleito por Santa Catarina Carlos Bolsonaro utilizou suas plataformas digitais para questionar se a primeira-dama, Janja da Silva, será alvo de investigações no âmbito do conhecido Inquérito das Fake News.

A investida pública ocorreu logo após a circulação de um material audiovisual veiculado durante o período de campanha do segundo turno. Na gravação em questão, a esposa do petista Lula da Silva afirmou publicamente que o cadidato Flávio Bolsonaro pretendia extinguir o programa Farmácia Popular, além de apontar supostos cortes de repasses financeiros voltados a iniciativas sociais promovidas pelo candidato do PL.

Assista a declaração de Janja:

A declaração propagada pela primeira-dama gerou forte reação e controvérsia imediata entre os aliados do Partido Liberal (PL). Representantes da legenda e simpatizantes da oposição rebateram o conteúdo veiculado, assegurando com veemência a continuidade e a integridade do programa federal de distribuição e subsídio de medicamentos. Criado inicialmente em 2004, durante a primeira gestão do governo petista, o projeto é considerado sensível e de alto impacto na opinião pública por atender milhões de cidadãos com remédios gratuitos ou subsidiados. 

Diante do tom do vídeo divulgado por Janja, Carlos Bolsonaro elevou o tom das críticas direcionadas ao Poder Judiciário. Em tom de cobrança aberta direcionada aos perfis oficiais da Suprema Corte nas redes sociais, o senador eleito questionou se a conduta da primeira-dama passaria por escrutínio jurídico sob a justificativa de defesa da estabilidade institucional, exigindo formalmente que a autoridade máxima da justiça brasileira inclua o episódio nas apurações em curso sobre desinformação.

Até o momento, o STF não se manifestou formalmente sobre a postagem ou sobre eventuais desdobramentos jurídicos a partir da cobrança feita pelo parlamentar.

Fonte: Veja

*Imagem da capa editada por IA

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