Candidato do PL detalha estratégia de captação por meio de novos ativos e promete alívio no endividamento das famílias durante transmissão ao lado de aliados em São Paulo
Durante transmissão ao vivo realizada nesta quarta-feira (23), o candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) apresentou uma das novas diretrizes de sua plataforma econômica para o país. O presidenciável afirmou que, caso saia vitorioso no pleito, pretende criar um fundo especial voltado especificamente a abater parte da dívida pública brasileira e auxiliar no alívio do endividamento da população.

A declaração foi feita durante uma live que contou com a participação do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e do prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes.
A origem dos recursos e o funcionamento do fundo
Embora tenha pontuado que sua equipe técnica ainda aprofunda os estudos sobre os detalhes operacionais das mudanças, Flávio adiantou de onde viria o suporte financeiro para estruturar a iniciativa. Segundo o candidato, a captação de recursos se daria por meio da busca por receitas inéditas e pela otimização de ativos estatais.
- “Resumidamente, o que vamos fazer é buscar receitas novas, seja de petróleo, de securitização, de imóveis”, explicou o presidenciável durante a transmissão.
Parte do montante gerado por essa estrutura seria direcionada para socorrer cidadãos endividados. O plano prevê o uso desses recursos para diminuir drasticamente os juros cobrados da população, facilitando a quitação de débitos pelos contribuintes: “Uma parte vamos usar para ajudar a reduzir drasticamente os juros de você que está devendo, para você conseguir pagar”, ressaltou.
Expectativa de confiança e queda nas taxas de juros
Além da criação do fundo de amortização e socorro financeiro, o candidato do PL manifestou forte otimismo em relação à reação dos mercados financeiros internacionais e nacionais frente a uma eventual mudança de governo.
Para Flávio Bolsonaro, a confirmação de sua vitória nas urnas geraria um ambiente imediato de estabilidade e confiança institucional, o que resultaria, segundo sua avaliação econômica, em uma retração automática na taxa básica de juros do país, impulsionando a retomada dos investimentos e o poder de compra das famílias.
Fonte: Metrópoles
*Imagem da capa editada por IA


















