Navio MV Hondius partiu de Ushuaia, na Argentina, e enfrenta crise sanitária com cepa andina transmissível entre humanos; Espanha deve receber passageiros em quarentena
Um mapa e a linha do tempo divulgados pelo G1 detalham a trajetória e os principais eventos do surto de hantavírus a bordo do cruzeiro MV Hondius, que já registra três mortes confirmadas e cinco casos de infecção validados pela Organização Mundial da Saúde (OMS).




Principais pontos da cronologia:
- Início de abril — Partida de Ushuaia (Argentina).
- Abril — Primeiras mortes a bordo e suspeitas de contaminação.
- Início de maio — Confirmações de casos e recusa de desembarque em Cabo Verde.
- 7 de maio — Navio segue para as Ilhas Canárias (Espanha), que aceitou receber os passageiros.

O navio, operado pela empresa holandesa Oceanwide Expeditions, zarpou do extremo sul da Argentina no início de abril com destino inicial à Antártida e depois a Cabo Verde. Mais de um mês depois, a embarcação segue rumo às Ilhas Canárias, na Espanha, onde os passageiros ficarão em quarentena antes de serem repatriados.

A OMS descarta pandemia de hantavírus; Epidemiologista da organização afirma que doença não é a nova covid, confira:
A cepa identificada é a variante Andes, uma das raras formas de hantavírus com possibilidade de transmissão de pessoa para pessoa, embora ainda limitada. A OMS monitora o caso e investiga possíveis contágios fora do navio, com suspeitas em passageiros que desembarcaram anteriormente em outros países.
O hantavírus é transmitido principalmente por roedores, através de partículas de urina, fezes ou saliva. Os sintomas incluem febre, problemas respiratórios e, em casos graves, complicações cardíacas e hemorrágicas.
Fonte: G1

















