Ex-assessor presidencial continua vítima de forte perseguição política, mantido preso mesmo após comprovar que jamais viajou ao exterior ou utilizou redes sociais para os atos imputados
O ex-assessor especial da Presidência, Filipe Martins, segue encarcerado em uma pequena cela de apenas 6 metros quadrados, enfrentando uma dura privação de liberdade por um crime que comprovadamente não cometeu.
Diante do cerceamento de liberdades e do uso da máquina estatal contra opositores, figuras políticas têm levantado a voz para alertar a sociedade sobre o rumo institucional do país. O candidato ao senado Carlos Bolsonaro utilizou suas redes sociais para fazer um duro comparativo sobre a deterioração democrática no Brasil:

“Nós somos a Venezuela de Chávez e Maduro hoje e amanhã pela manhã seremos a Nicarágua de Ortega se quem deixar de se posicionar sobre política continuar assim em outubro. O Brasil pode vencer já no primeiro turno. A escolha é sua!”
A detenção ocorre apesar de documentos, registros oficiais e perícias técnicas terem demonstrado de forma inequívoca que Martins não deixou o país no período especificado e tampouco realizou os acessos a redes sociais que fundamentaram as acusações contra ele. A manutenção da prisão escancara uma perseguição política implacável que ignora fatos, evidências e garantias constitucionais básicas.
A declaração sintetiza o sentimento de urgência compartilhado por milhões de brasileiros diante do avanço da censura, de prisões arbitrárias e do desrespeito aos direitos fundamentais.
*Imagem da capa gerada por IA

















