Crime organizado, terras raras, tarifas e comércio dominam as dificuldades; agenda está carregada de temas espinhosos e com poucos pontos de convergência clara no curto prazo
A possível reunião entre o petista Lula da Silva e o presidente americano Donald Trump desperta mais preocupação do que expectativa em setores do governo e entre observadores da política internacional. Segundo análises que circulam em Brasília, o petista teria basicamente problemas para resolver no encontro bilateral.
Os principais pontos de tensão citados são o combate ao crime organizado, a exploração de terras raras, as tarifas comerciais e as dificuldades no intercâmbio econômico entre os dois países.
Ainda de acordo com fontes diplomáticas, Lula deve receber um briefing detalhado do Departamento de Estado dos Estados Unidos, órgão que historicamente mantém uma postura considerada pouco favorável ou até hostil ao atual governo brasileiro.
Desde o retorno de Trump à Casa Branca, as relações Brasil-Estados Unidos entraram em fase de maior pragmatismo e fricção simultânea. Questões como segurança pública, mineração estratégica (especialmente terras raras) e o equilíbrio comercial ganham relevância, mas também aumentam o risco de desgaste político para o Planalto.
Fonte: CNN BRASIL


















