É de causar perplexidade constatar que um partido que recebe recursos generosos do fundo partidário e do fundo eleitoral – dinheiro público pago pelo contribuinte – escolha se manter neutro justamente em um ano eleitoral tão decisivo para os rumos do Brasil.
“O partido Republicanos optou pela neutralidade na disputa pela Presidência da República, segundo confirmação de uma fonte da cúpula da legenda à CNN. Surpreendentemente, 19 diretórios estaduais defenderam essa postura de ficar de fora, enquanto apenas 7 se posicionaram a favor de Flávio Bolsonaro, do PL, e só um declarou apoio ao presidente Lula, do PT.
Em nota oficial, a sigla afirmou que essa independência não significa falta de princípios ou de posição política. Pelo contrário, segundo o comunicado, ela demonstraria maturidade institucional, respeito ao pacto federativo e compromisso com a unidade do partido, preservando a autonomia das lideranças estaduais. O Republicanos ainda reforçou que permanece fiel a valores como defesa da democracia, da liberdade, da responsabilidade fiscal, do fortalecimento das instituições, da família, da segurança jurídica e do desenvolvimento econômico e social do Brasil.

PP TAMBÉM ADOTOU NEUTRALIDADE:
O Progressistas (PP) também já havia anunciado neutralidade, o que inviabilizou o convite a Tereza Cristina para ser vice na chapa. A convenção nacional do Republicanos ocorre nesta terça-feira e não será pública; a decisão será formalizada apenas em cartório.”


















