Visto cancelado do integrante de entidade sancionada por Washington que atuava disfarçado em solo americano
O Departamento de Estado dos EUA elevou o tom contra as operações de monitoramento estrangeiro dentro do país. Em uma ação coordenada pelas forças de segurança federais, o governo americano invalidou a permanência legal de um cidadão cubano acusado de colaborar secretamente com os serviços de inteligência de Havana por mais de uma década.

A decisão reflete o endurecimento das políticas de segurança nacional para desarticular redes de influência e vigilância ligadas a regimes autoritários que operam de forma clandestina no território norte-americano.
Custódia e Processo de Deportação
O caso ganhou repercussão internacional após o anúncio oficial das autoridades responsáveis pela política externa do país. De acordo com as informações validadas pelo governo, o secretário de Estado Marco Rubio informou que Carlos Antonio Lloga Domínguez e sua família estão sob custódia federal para serem deportados do país.
A penalidade foi aplicada de forma imediata após investigações apontarem que o suspeito atuou por mais de dez anos para o Instituto Cubano de Amizade com os Povos (ICAP). O órgão em questão foi alvo de restrições severas do Tesouro americano ao ser classificado como um braço operacional da ditadura caribenha. O governo dos EUA confirmou que a entidade foi recentemente sancionada e identificada como a principal fachada para inteligência e vigilância do regime cubano em solo americano.


















