Profissional que acompanha o Presidente há anos destaca gravidade do quadro respiratório
O médico que acompanha Jair Bolsonaro (PL) há anos classificou o diagnóstico de broncopneumonia como “potencialmente mortal”, especialmente considerando o histórico clínico do ex-presidente e as condições de sua custódia na Papudinha (19º Batalhão da PMDF). A declaração foi dada em contato com a coluna de Manoela Alcântara, do Metrópoles, horas após Bolsonaro ser internado no Hospital das Forças Armadas (HFA) com quadro de infecção respiratória grave, de acordo com a matéria do matrópoles.

O profissional afirmou: “a broncopneumonia é potencialmente mortal”.
O alerta vem após o presidente apresentar vômitos intensos, calafrios e queda significativa de saturação de oxigênio durante a madrugada de sexta-feira (13), o que exigiu transferência imediata para o HFA.
O boletim médico confirma estabilidade atual com uso de antibióticos intravenosos e oxigenoterapia, mas o médico reforça que o risco de complicações — como sepse, insuficiência respiratória ou piora do quadro pulmonar — é elevado em pacientes com comorbidades prévias, como as sequelas da facada de 2018 e múltiplas cirurgias abdominais.
A declaração intensifica a pressão da defesa e de aliados por prisão domiciliar ou transferência para unidade com estrutura médica mais adequada.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) já havia dito que “não dá mais para achar que é frescura”, e o novo pedido protocolado no STF ganha força com o posicionamento do médico de confiança da família.
Fonte: METRÓPOLES


















