Home / Senado / Senado aprova criminalização da misoginia como crime de racismo, Eduardo Bolsonaro se manifesta

Senado aprova criminalização da misoginia como crime de racismo, Eduardo Bolsonaro se manifesta

Penas podem chegar a cinco anos de prisão, sem fiança nem prescrição, e texto agora segue para a Câmara dos Deputados

O Senado Federal aprovou nesta terça-feira o projeto de lei que torna a misoginia um crime equivalente ao racismo, inserindo-o na Lei do Racismo (Lei 7.716/1989) entre os atos de discriminação ou preconceito.

A misoginia é definida no texto como “sentimento de repulsa, ódio ou aversão às mulheres”. A proposta estabelece que quem praticar ou induzir a misoginia estará sujeito às mesmas punições previstas para preconceito de raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade.

As penas previstas são de reclusão de um a três anos e multa para a prática ou incitação, com cumprimento inicial em regime fechado. No caso de injúria motivada por misoginia, a pena sobe para reclusão de dois a cinco anos e multa, sendo aumentada em 50% se cometida por duas ou mais pessoas.

Como o crime passa a integrar a Lei do Racismo, ele não prescreve e não admite fiança.

Eduardo Bolsonaro se manifestou recentemente sobre o tema, confira a postagem:

A proposta é de autoria da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA) e teve como relatora a senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS). A aprovação ocorreu em meio ao mês de março, dedicado aos direitos das mulheres, período em que o Congresso analisou 16 propostas sobre o tema, das quais apenas seis foram encaminhadas para sanção presidencial.

O texto segue agora para análise na Câmara dos Deputados. Se aprovado sem alterações, vai à sanção do Petista Lula da Silva.

Fonte: G1

Marcado:

Sign Up For Daily Newsletter

Stay updated with our weekly newsletter. Subscribe now to never miss an update!

I have read and agree to the terms & conditions

Deixe um Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *