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Trump encarou Xi Jinping com sua tropa de choque bilionária

Trump não foi à China acompanhado apenas de assessores ou políticos tradicionais. Levou consigo os homens que controlam chips, inteligência artificial, bancos, defesa, agricultura, infraestrutura, Big Tech, Wall Street e parte gigantesca da economia global.

  1. Elon Musk, CEO da Tesla e SpaceX
  2. Jensen Huang, CEO da Nvidia
  3. Tim Cook, CEO da Apple
  4. Larry Fink, CEO da BlackRock
  5. Stephen Schwarzman, CEO da Blackstone
  6. Kelly Ortberg, CEO da Boeing
  7. Brian Sikes, CEO da Cargill
  8. Jane Fraser, CEO da Citigroup
  9. Larry Culp, CEO da General Electric
  10. David Solomon, CEO da Goldman Sachs
  11. Sanjay Mehrotra, CEO da Micron
  12. Cristiano Amon, CEO da Qualcomm

“Eu trouxe os 30 líderes empresariais mais poderosos do planeta para essas negociações… e todos eles disseram sim. Eu não enviei o segundo no comando ou o vice-presidente.

Eu queria o número um de cada império! Jensen Huang, Tim Cook, Elon Musk e os outros titãs… os melhores do mundo estão aqui, bem na sua frente.”

“Eles estão aqui hoje para prestar respeito a você e à China. Eles vêm famintos para fazer negócios, investir e criar. Do nosso lado, será 100% recíproco.”

A América não está vindo implorar. Ela está vindo com os chefes supremos da inovação global para colocar todas as cartas na mesa.

Nota do editorial: O que mais impressiona é constatar o quanto o mundo se transformou. Antes, presidentes viajavam rodeados por diplomatas. Hoje, são acompanhados pelos verdadeiros protagonistas do poder econômico e tecnológico global.

Por trás disso, há uma mensagem silenciosa, mas poderosa:
a rivalidade entre Estados Unidos e China continua existindo, porém o capital global já opera muito acima das antigas fronteiras ideológicas.

Enquanto a população ainda se divide entre esquerda e direita como se estivéssemos nos anos 80, as grandes potências negociam os temas que realmente definem o futuro: inteligência artificial, semicondutores, energia, cadeias de produção, controle tecnológico e o modelo econômico do próximo século.

Trump percebeu algo que muitos líderes ocidentais ainda se recusam a admitir:
quem dominar tecnologia, produção e infraestrutura financeira controlará o mundo.

E o símbolo mais forte dessa imagem é justamente este: não parece um presidente entrando na China. Parece um conselho de administração reunido para decidir o futuro do planeta.

Trump se manifestou hoje em suas redes sociais, falando sobre o encontro com o líder chinês, confira:

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