Trump não foi à China acompanhado apenas de assessores ou políticos tradicionais. Levou consigo os homens que controlam chips, inteligência artificial, bancos, defesa, agricultura, infraestrutura, Big Tech, Wall Street e parte gigantesca da economia global.
- Elon Musk, CEO da Tesla e SpaceX
- Jensen Huang, CEO da Nvidia
- Tim Cook, CEO da Apple
- Larry Fink, CEO da BlackRock
- Stephen Schwarzman, CEO da Blackstone
- Kelly Ortberg, CEO da Boeing
- Brian Sikes, CEO da Cargill
- Jane Fraser, CEO da Citigroup
- Larry Culp, CEO da General Electric
- David Solomon, CEO da Goldman Sachs
- Sanjay Mehrotra, CEO da Micron
- Cristiano Amon, CEO da Qualcomm
“Eu trouxe os 30 líderes empresariais mais poderosos do planeta para essas negociações… e todos eles disseram sim. Eu não enviei o segundo no comando ou o vice-presidente.
Eu queria o número um de cada império! Jensen Huang, Tim Cook, Elon Musk e os outros titãs… os melhores do mundo estão aqui, bem na sua frente.”
“Eles estão aqui hoje para prestar respeito a você e à China. Eles vêm famintos para fazer negócios, investir e criar. Do nosso lado, será 100% recíproco.”
A América não está vindo implorar. Ela está vindo com os chefes supremos da inovação global para colocar todas as cartas na mesa.
Nota do editorial: O que mais impressiona é constatar o quanto o mundo se transformou. Antes, presidentes viajavam rodeados por diplomatas. Hoje, são acompanhados pelos verdadeiros protagonistas do poder econômico e tecnológico global.
Por trás disso, há uma mensagem silenciosa, mas poderosa:
a rivalidade entre Estados Unidos e China continua existindo, porém o capital global já opera muito acima das antigas fronteiras ideológicas.
Enquanto a população ainda se divide entre esquerda e direita como se estivéssemos nos anos 80, as grandes potências negociam os temas que realmente definem o futuro: inteligência artificial, semicondutores, energia, cadeias de produção, controle tecnológico e o modelo econômico do próximo século.
Trump percebeu algo que muitos líderes ocidentais ainda se recusam a admitir:
quem dominar tecnologia, produção e infraestrutura financeira controlará o mundo.
E o símbolo mais forte dessa imagem é justamente este: não parece um presidente entrando na China. Parece um conselho de administração reunido para decidir o futuro do planeta.

Trump se manifestou hoje em suas redes sociais, falando sobre o encontro com o líder chinês, confira:



















