Retaliação do regime de Teerã atinge bases e cidades em nações do Golfo como Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait e Omã com maior volume de mísseis e drones; Israel registra impactos menores em comparação, segundo atualizações de mapas e análises militares
Um mapa atualizado do quarto dia do conflito no Irã (Operação Epic Fury / Roaring Lion), divulgado por analistas militares como Clément Molin e compartilhado em perfis especializados, revela que os países árabes do Golfo estão sofrendo ataques mais pesados do Irã do que Israel em termos de volume e alcance.

Enquanto Israel enfrenta ondas de mísseis balísticos e drones iranianos, mas com defesas aéreas interceptando a maioria, nações como Arábia Saudita (incluindo refinaria Ras Tanura e embaixada em Riade), Emirados Árabes Unidos (aeroporto de Dubai), Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Omã registram retaliações iranianas mais frequentes e dispersas, visando bases americanas e infraestruturas críticas.
A observação destaca a estratégia iraniana de expandir o conflito para aliados dos EUA no Golfo, saturando defesas regionais e pressionando rotas de petróleo, em meio à superioridade aérea de EUA e Israel sobre o território iraniano. O conflito, iniciado em 28 de fevereiro de 2026, já atinge múltiplos fronts, com alertas de evacuação e impactos econômicos globais.


















