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Pete Hegseth admite: ataques dos EUA com B-52 nunca foram para serem justos

Secretário de Defesa afirma que estratégia americana prioriza vulnerabilidade do inimigo em vez de combate equilibrado; declaração reforça tom agressivo dos EUA na Operação Epic Fury contra o Irã

O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, declarou abertamente que os ataques militares americanos, especialmente aqueles envolvendo o bombardeiro estratégico B-52 Stratofortress, nunca tiveram a intenção de serem equilibrados ou “justos”.

Em declaração recente, Hegseth enfatizou a doutrina de superioridade absoluta: “Esta nunca foi a intenção que fosse uma luta justa, e não é uma luta justa. Estamos atacando-os quando estão vulneráveis.”

A fala reflete a estratégia adotada na Operação Epic Fury (campanha conjunta EUA-Israel contra o regime iraniano), que desde o final de fevereiro de 2026 prioriza ataques preventivos, de precisão e em massa contra alvos vulneráveis — incluindo bunkers de comando, instalações navais, lançadores de mísseis, defesas aéreas e infraestrutura crítica — enquanto o Irã enfrenta dificuldades para coordenar retaliações efetivas.

O uso intensivo do B-52, capaz de carregar grande quantidade de bombas convencionais e de cruzeiro, tem sido decisivo para saturar defesas e causar danos estruturais profundos em Teerã, Isfahan e outras cidades estratégicas, sem necessidade de confronto direto ou simétrico.

A declaração de Hegseth ganhou repercussão internacional por seu tom cru e realista, alinhado à postura do governo Trump de “paz através da força” e máxima pressão contra adversários. 

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