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Marco Rubio denuncia infiltração de agentes e simpatizantes do regime cubano nos EUA

Em pronunciamento contundente, o político americano expôs redes de apoio a Havana em setores estratégicos como a academia e a imprensa, apontando ameaças diretas à soberania do país a poucos quilômetros de sua costa

O cenário político e de segurança internacional ganha novos desdobramentos após declarações firmes do senador norte-americano Marco Rubio. Em pronunciamento de forte repercussão, o parlamentar colocou sob holofotes o que chamou de décadas de infiltração e influência oculta do regime cubano dentro das fronteiras dos Estados Unidos, alimentando correntes extremistas e opositores da ordem democrática interna.

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Segundo Rubio, a dinâmica de espionagem e cooptação ideológica opera de forma sutil e barata para Havana, uma vez que conta com uma rede voluntária de simpatizantes em posições de alto relevo. “Há muita gente na academia americana e, francamente, na imprensa americana que simpatiza com o regime cubano e já faz muito tempo!”, afirmou o senador, destacando que as motivações variam desde o sentimento antiamericano até a afinidade ideológica com o modelo autoritário.

Setores estratégicos e a proximidade geográfica

O alerta do político foca na vulnerabilidade de instituições-chave, citando a presença de professores, intelectuais e antigos ocupantes de cargos governamentais que teriam demonstrado leniência ou suporte indireto ao comunismo cubano. Para Rubio, esse cenário otimiza a captação de adeptos sem grandes custos financeiros para a ditadura insular.

Além do aspecto ideológico interno, o senador resgatou sua perspectiva pessoal como descendente de cubanos criado em Miami para enfatizar o risco geopolítico. Localizada a apenas 145 quilômetros da costa americana, a ilha caribenha — descrita por ele como um estado falido e alinhado a rivais globais dos EUA — representaria um perigo contínuo que não pode mais ser negligenciado pelas autoridades de Washington.

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