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Marco Rubio alerta: Cuba a capital do comunismo do século XXI

Em relatório de 100 páginas, Secretário de Estado Marco Rubio expõe quase sete décadas de infiltração política e apoio ao radicalismo em solo americano

O Departamento de Estado dos Estados Unidos publicou nesta segunda-feira (20) um contundente relatório oficial intitulado “Cuba: A Capital do Comunismo do Século XXI”. O documento, chancelado pelo Secretário de Estado Marco Rubio, acusa o regime de Havana de atuar por mais de 60 anos como o principal patrocinador e articulador da subversão, da espionagem e do extremismo de esquerda em território americano.

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Segundo a diplomacia americana, embora a ilha seja economicamente um Estado falido, a ditadura cubana aperfeiçoou um modelo altamente eficiente de guerra de atrito. O relatório detalha que agências de inteligência do regime caribenho conseguiram infiltrar agentes nos mais altos escalões do governo dos EUA — incluindo o Pentágono e o próprio Departamento de Estado —, além de fomentar ativistas e financiar movimentos radicais para enfraquecer as instituições americanas a partir de seu interior. 

“Por mais de seis décadas, o regime cubano tem sido o principal patrocinador do esquerdismo radical e do terceiro-mundismo nos Estados Unidos. O Departamento de Estado está expondo toda a história da espionagem e subversão cubana em nosso país. O povo americano merece saber.” — Marco Rubio, Secretário de Estado dos EUA. 

O documento do governo americano mapeia como o regime castrista desviou o foco da luta de classes tradicional para explorar divisões sociais, raciais e civilizatórias no Ocidente, posicionando Havana como o centro ideológico da esquerda radical contemporânea. A publicação aponta ainda a cooperação contínua de Cuba com grupos socialistas e organizações políticas americanas de grande porte, permitindo que a influência do regime ultrapassasse o extremismo de margem e ganhasse espaço no debate político institucional nos EUA. 

A divulgação da investigação marca uma escalada inédita nas pressões da administração de Donald Trump contra a ditadura cubana. Em resposta imediata, o Ministério das Relações Exteriores de Cuba rechaçou o relatório, classificando-o como uma manipulação geopolítica da Casa Branca para justificar o cerco econômico e sanções mais duras contra a ilha.

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