Troca de comando na PF em inquérito que cita Lulinha gera críticas de blindagem no caso das fraudes do INSS
A Polícia Federal (PF) realizou, sem aviso prévio à imprensa e ao relator no Supremo Tribunal Federal, ministro André Mendonça, a troca da coordenação do inquérito que apura fraudes bilionárias no INSS e que cita o nome de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha.
A investigação, que tem como principal operador o empresário Antônio Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, foi retirada da Divisão de Repressão a Crimes Previdenciários e transferida para a Coordenação de Inquéritos nos Tribunais Superiores, confira:
Lulinha não possui foro privilegiado.
Somente após a mudança de coordenação, a PF marcou para esta quarta-feira (20 de maio) o depoimento de Roberta Luchsinger, empresária apontada como amiga de Lulinha e intermediária nos supostos contatos com o Careca do INSS.
A CPMI do INSS, que terminou sem aprovar o relatório final, também foi acusada de proteger Lulinha e outros nomes citados.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou CONTRA pedido apresentado pela defesa da lobista Roberta Luchsinger – amiga do empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha –, para retirar a tornozeleira eletrônica. Ela é investigada no âmbito da Operação Sem Desconto, da Polícia Federal, que apura a chamada Farra do INSS.
Há suspeita de que Roberta Luchsinger mantinha “sociedade de fato” com Antonio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, contribuindo com a prática da lavagem de dinheiro.


















