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ACABOU: JANONES CHORA AO FALAR DA CAMPANHA DE LULA

O desespero do esquerdista agora tem nome e sobrenome (e lágrimas de crocodilo)

Quem diria, hein? O eterno “Rachadones” André Janones, aquele que um dia jurou que os 60 milhões de eleitores de Lula estavam só esperando o sinal para invadir as redes e engolir a oposição de uma vez, agora está do lado de fora do Tribunal Superior Eleitoral com cara de quem acabou de descobrir que o Pix do salário não caiu.

No vídeo que circula, o deputado aparece quase soluçando, pedindo “atenção, pessoal”, reclamando que a Meta (sim, a mesma Meta que o governo tanto ama regular) está “limitando” o alcance dele e dizendo que a campanha de dele e de Lula ACABARAM.

Assista:

“Vinte por cento dos seguidores”, “não está compartilhando”, “me ajuda aí”. É de cortar o coração… ou de dar uma bela gargalhada.

Cadê aquela legião de “povo” que segundo a narrativa oficial só não aparece porque as redes são “controladas pela extrema-direita”? Parece que o algoritmo descobriu o que o resto do Brasil já sabia há tempo: ninguém mais aguenta o mesmo discurso de sempre. Ou pior: o povo até está online, só não está mais clicando, curtindo ou compartilhando o que vem do lado de lá. E isso, meu caro, não se resolve com choro em frente ao TSE.A ironia é deliciosa.

O mesmo campo político que passou anos gritando “desinformação!” e “regulação já!” agora descobre que, quando o alcance some de verdade, o problema não é a “direita fascista” nem o “bolsonarismo digital”. O problema é que a mensagem simplesmente não cola mais. As pessoas cansaram. Cansaram do mesmo roteiro, do mesmo vitimismo, da mesma promessa de que “agora vai”. E quando o engajamento despenca, sobra o que?

Pedir socorro nas redes… exatamente o lugar que eles juravam que era território inimigo.O desespero está estampado no rosto. Não é só Janones. É o reflexo de um projeto político que sente o chão ceder. Quando o cabo eleitoral digital mais barulhento do lulismo precisa ir até a porta do TSE para reclamar de “baixo alcance”, não é algoritmo: é rejeição. É o povo votando com o polegar, o dedo e o silêncio. Então continua, Janones. Chora mais. Reclama da Meta. Pede compartilhamento. Faz vídeo emocionado. Porque quanto mais alto o choro, mais clara fica a mensagem: vocês já sabem que o jogo está perdido. E o algoritmo, dessa vez, só está sendo honesto.

Os 60 milhões? Talvez existam. Só não estão mais com vocês. E isso, infelizmente para alguns, não se resolve com lágrima nem com liminar.

Imagem da matéria gerada por I.A

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