Senador e candidato ao Planalto utiliza inserções na TV para confrontar o governo atual, destacando o impacto direto da alta inflacionária e das embalagens reduzidas no orçamento das famílias brasileiras
A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) na corrida presidencial de 2026 mirou diretamente o custo de vida e o bolso do consumidor para desestruturar a narrativa econômica da gestão petista. Em inserções veiculadas no horário eleitoral gratuito, o parlamentar utilizou exemplos cotidianos do impacto inflacionário para confrontar a administração do pretista Lula da Silva, sintetizando o sentimento de insatisfação popular com a queda no poder de compra.
Durante as peças publicitárias, a campanha expôs de maneira direta a erosão da renda das famílias brasileiras frente ao encarecimento de itens essenciais e ao fenômeno da redução disfarçada de produtos nas gôndolas dos supermercados. “Ou o Brasil vence o PT, ou o PT acaba com o nosso Brasil”, declarou o candidato, ao apontar que o cidadão comum tem levado menos mercadorias para casa pelo mesmo custo.
O peso da inflação no carrinho do supermercado
A propaganda detalha as dificuldades enfrentadas pelo consumidor diante do avanço dos preços combinado com a diminuição das quantidades comercializadas no varejo e aponta que produtos de uso diário sofreram drásticas reduções em suas métricas originais, citando exemplos como o papel higiênico com metragens encolhidas, barras de chocolate com menor gramagem, dúzias de ovos reduzidas a unidades parciais e até mesmo o volume de bebidas encolhido nas gôndolas.
A situação retrata a ineficiência econômica e o perfil gastador da atual administração federal, que, segundo a avaliação exposta no programa eleitoral, pressiona a arrecadação e eleva a carga tributária sobre a população.
*Imagem da capa gerada por IA


















