Ministro do Supremo acolheu manifestação da Procuradoria-Geral da República e apontou falta de indícios e provas na acusação apresentada contra o deputado federal
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o arquivamento do pedido de investigação por suspeita de estupro direcionado ao deputado federal e candidato a vice-presidente Alfredo Gaspar (PL-AL), que integra a chapa de Flávio Bolsonaro (PL). A decisão foi tomada após o magistrado concluir que não há elementos ou indícios comprobatórios suficientes que justifiquem o prosseguimento da apuração.

Origem da Representação e Manifestação da PGR
O caso chegou ao Supremo Tribunal Federal depois que a Polícia Federal solicitou autorização para a abertura de um inquérito formal, a partir de uma representação formulada inicialmente por parlamentares e figuras políticas, como Lindbergh Farias e Soraya Thronicke. Na época, a acusação envolvia alegações relacionadas a uma suposta relação que teria resultado no nascimento de uma filha, atualmente com 8 anos, embora a representação inicial mantivesse os nomes em sigilo e o envio de dados sob reserva à PF.
Diante do andamento das diligências e análises conduzidas pelas autoridades policiais, a Procuradoria-Geral da República (PGR) emitiu parecer favorável ao encerramento do caso, apontando a ausência de base probatória. Seguindo o entendimento do órgão ministerial, Gilmar Mendes acolheu o pedido e determinou o arquivamento definitivo da apuração.
Reação de Alfredo Gaspar
Após a decisão da Suprema Corte, Alfredo Gaspar manifestou-se de forma enérgica sobre o caso, classificando a acusação como uma “injustiça sem limite” e um ato de “denunciação caluniosa”. O parlamentar criticou duramente os autores da representação e defendeu que medidas rigorosas sejam adotadas contra os responsáveis pelas acusações que enfrentou ao longo do processo.
Fonte: Metrópoles
*Imagem da capa editada por IA

















