Presidente enfrenta dores crônicas e limitação de movimentos no ombro; especialistas explicam os riscos e a necessidade de intervenção para correção de lesão
O quadro de saúde do presidente Jair Bolsonaro voltou a ser pauta médica nesta semana. Após queixas recorrentes de desconforto e perda de força em um dos braços, exames de imagem apontaram uma lesão no ombro que, segundo sua equipe médica, apresenta indícios de necessidade cirúrgica. A condição, comum em pacientes que sofrem traumas ou desgaste progressivo, tem impactado a rotina do político.

A intervenção visa não apenas cessar a dor, mas evitar que o quadro evolua para uma perda funcional permanente dos tendões da região.
As lesões que exigem cirurgia nessa região geralmente envolvem o manguito rotador — um grupo de quatro músculos e tendões que conferem estabilidade e mobilidade ao ombro. Quando ocorre uma ruptura ou inflamação severa (tendinite crônica), o tratamento conservador, como fisioterapia e medicamentos, pode não ser mais suficiente.
Caso a cirurgia seja confirmada, o procedimento costuma ser realizado via artroscopia (técnica minimamente invasiva). O objetivo é reinserir o tendão no osso ou limpar tecidos inflamados. O pós-operatório exige imobilização temporária e um longo período de reabilitação.
Fonte: CNN BRASIL


















