Orçamento bilionário: PF deve gastar R$ 19,8 milhões com segurança de presenciáveis enquanto Flávio Bolsonaro recusa escolta
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) utilizou suas redes sociais para se posicionar de forma contundente em relação ao orçamento bilionária da PF para segurança dos candidato à presidência em 2026. O Pré-candidato ao Executivo anunciou que abrirá mão formalmente de todo o efetivo policial que estaria legalmente à sua disposição.


Em sua manifestação pública, Flávio justificou a dispensa dos agentes sob o argumento de que a PF estaria alegando falta de pessoal para dar andamento a apurações sensíveis, especificamente os desdobramentos da CPMI do INSS. O senador fez menção direta às suspeitas levantadas contra Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, no caso que envolve repasses fraudulentos associados ao empresário Antônio Camilo Antunes, apelidado de “Careca do INSS”.
Flávio Bolsonaro alegou que, se a justificativa para a lentidão em investigar o filho do petista Lula é o deficit de pessoal, sua cota de segurança servirá como contribuição para acelerar o processo.
Críticas à Gestão da Polícia Federal e Clima de Desconfiança
Além do remanejamento de servidores, o parlamentar subiu o tom em relação à atual cúpula da instituição. Flávio externou uma profunda desconfiança com a atual direção-geral da PF, indicando que a presença de agentes federais sob ordens do Ministério da Justiça representaria um risco de interferência interna em sua própria campanha eletrônica e de rua.
A recusa de Flávio adiciona uma camada extra de fricção jurídica e política na corrida presidencial.
Fonte: G1


















