Movimentação atípica de recursos para a Comissão de Constituição e Justiça ocorre em meio à pressão por aprovação de indicação estratégica
Em uma manobra que levantou questionamentos sobre a independência do Legislativo, o governo federal autorizou o repasse de R$ 890 milhões em emendas e recursos para os integrantes da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

A liberação ocorre em um momento de extrema tensão política, antecedendo diretamente a sabatina e a votação de nomes indicados para postos vitais na estrutura do Estado.
A indignação tomou conta dos bastidores do Congresso. Parlamentares da oposição e entidades de fiscalização pública apontam que o uso do orçamento público como ferramenta de persuasão política fere a ética institucional.
O montante astronômico, liberado em tempo recorde, coloca sob suspeita a imparcialidade dos votos que serão proferidos na Comissão, transformando o que deveria ser um exame técnico e moral em uma negociação de conveniência.
Fonte: Revista Oeste


















