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O Maior IVA do Mundo: Tributaristas Projetam Taxa Acima de 30%

Prepare-se para o apocalipse fiscal brasileiro.

Tributaristas projetam que o novo IVA dual (CBS + IBS) vai ultrapassar os 30%. Pode se tornar o maior IVA do planeta. E isso não é só número em planilha: é uma sentença que vai mudar a vida de milhões de pessoas e esmagar empresas no Brasil.

Imagine o dia a dia: o pão, o leite, o remédio, a roupa, o celular, o aluguel, a gasolina… tudo pode ficar mais caro de forma brutal. O governo precisa de mais dinheiro, as “bondades” e as exceções já começaram a cobrar a conta, e quem vai pagar é você. A alíquota de referência da CBS já saiu em 11,3468% — bem acima do que o mercado esperava. Se o IBS continuar na casa dos 18,7%, a soma passa dos 30%. E isso ainda pode piorar até a decisão final do Senado.

Para as famílias, o cenário é de sufoco. O poder de compra vai evaporar. O salário que já mal chega no final do mês vai encolher ainda mais. O supermercado vira território hostil. Planejar férias, comprar uma casa, colocar o filho na escola particular ou guardar qualquer coisa se transforma em sonho distante. Inflação disfarçada de reforma tributária. A conta das exceções e dos regimes especiais sobe, e o brasileiro médio engole o prejuízo.

Para as empresas, o quadro é ainda mais sombrio. Simulações de preço, fluxo de caixa e negociação com fornecedores vão se tornar um pesadelo constante. Margens que já eram apertadas podem evaporar. Pequenos e médios negócios — os que mais sofrem com complexidade e custos — podem não sobreviver à transição. Aumento de custos, incerteza sobre a alíquota final, possível pressão sobre preços e risco de perda de competitividade. Quem não se adaptar rápido pode quebrar. Investimentos travam. Empregos somem. O “maior IVA do mundo” não é apenas um título alarmista: é o aviso de que a carga vai pesar como nunca.

Especialistas já falam em “a conta do pacote de bondades chegou” e que “o Brasil não é para amadores”. A necessidade de arrecadação, o aumento de despesas e a indefinição do Imposto Seletivo empurram a alíquota para cima. Enquanto o governo discute superávit e cortes de gastos (ou a falta deles), o contribuinte e o empresário ficam reféns.

A transição começa em 2027, mas a sombra já cai agora. A alíquota calculada pelo TCU é só o começo. O Senado ainda pode mexer. O IBS ainda não está fechado. E o resultado final pode ser um sistema que, em nome da “modernização”, deixa o brasileiro e as empresas mais pobres, mais apertados e mais vulneráveis.

Não é ficção. É a projeção que circula entre tributaristas. E o Brasil pode estar prestes a descobrir, na pele, o que significa ter o maior IVA do mundo.

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