Partidos anunciam posicionamento oficial em convenções nacionais, optando por focar em palanques regionais e mantendo independência em relação ao Palácio do Planalto
Em convenções nacionais realizadas de forma simultânea, o União Brasil e o Podemos oficializaram a decisão de adotar neutralidade na disputa pelo Palácio do Planalto, abrindo mão de apoios formais centralizados a qualquer candidatura nacional.

No caso do União Brasil, a escolha seguiu o alinhamento obrigatório com o Partido Progressistas (PP), com quem forma uma federação partidária. Como as duas legendas funcionam legalmente como uma única agremiação nas urnas, a posição de neutralidade prevaleceu.
Apesar de não chancelar um nome único para presidente no plano federal, a federação determinou que seus candidatos e candidatas estão livres para apoiar os presidenciáveis que melhor se ajustem às realidades e articulações de seus respectivos estados. .
UNIÃO BRASIL TAMBÉM FICA NEUTRO
Em Convenção Nacional realizada na tarde desta terça-feira (4), o partido União Brasil decidiu que não apoiará nenhum candidato a presidente da República nas eleições de 2026. A legenda forma uma federação com o PP, que também anunciou neutralidade na disputa.

O impacto no cenário de alianças do PL
A recusa do Podemos em integrar formalmente a chapa governista e a definição pela neutralidade exigem que a coordenação da campanha de Flávio Bolsonaro reajuste suas apostas e busque outras frentes partidárias para consolidar o arco de alianças e o tempo de propaganda eleitoral.
Apesar da diretriz de neutralidade adotada pela direção nacional da legenda, nos bastidores a avaliação é de que diversos líderes e parlamentares alinhados à pauta conservadora ainda poderão declarar voto de forma individual, mantendo o fluxo de apoios pulverizados para a corrida presidencial.
Fonte: O Tempo


















