Por meio de pregão eletrônico, o STF busca contratar empresa especializada para mapear a presença digital da Corte e identificar a origem de críticas
O Supremo Tribunal Federal (STF) deu início a um processo de contratação que promete gerar debate sobre privacidade e liberdade de expressão no ambiente digital. A Corte publicou a abertura de um pregão eletrônico visando a contratação de serviços especializados para o mapeamento e acompanhamento detalhado de interações nas redes sociais que envolvam a instituição e seus ministros.

A medida visa fornecer ao tribunal um panorama em tempo real sobre como a imagem da Corte é percebida pela opinião pública, além de identificar padrões de comportamento e perfis influentes no debate digital.
O objetivo oficial da licitação é obter um diagnóstico preciso da recepção das decisões judiciais e da imagem institucional. Segundo informações da coluna de Andreza Matais, o processo seletivo tem foco em ferramentas avançadas de inteligência de dados.
Um dos pontos que mais chama a atenção no escopo do serviço é a finalidade estratégica do monitoramento. Além de coletar dados estatísticos, o tribunal busca entender quem são os principais detratores e como se articulam as críticas à instituição na internet.
De acordo com a apuração, o foco da Corte é claro: o STF contrata monitoramento para saber quem são seus críticos nas redes, permitindo uma análise mais profunda sobre o impacto de campanhas de desinformação ou ataques coordenados à imagem do Judiciário.
Fonte: Metrópoles


















