Administração americana amplia pressão sobre o regime cubano com medidas que atingem o presidente em exercício, sua esposa e parentes próximos do ex-líder Raúl Castro
O governo do presidente Donald Trump anunciou na quinta-feira (4) uma nova rodada de sanções contra o alto escalão cubano, marcando uma intensificação significativa da política de pressão sobre Havana.
As restrições atingem diretamente o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, além de membros de sua família. As medidas também se estendem a familiares do líder cubano, além do filho e do neto do ex-presidente Raúl Castro.
De acordo com o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos, as sanções incluem o congelamento de bens e contas bancárias nos EUA e proíbem transações financeiras com os indivíduos e entidades listados. Entre os alvos estão a esposa de Díaz-Canel, Lis Cuesta Peraza, seu enteado e membros da família Castro, como Alejandro Castro Espín e seu filho Raúl Alejandro Castro Calis. Entidades ligadas às Forças Armadas Revolucionárias também foram incluídas.
Essa ação ocorre em um contexto de crescente tensão, com o governo Trump buscando aumentar a pressão econômica sobre o regime cubano em meio a relatos de escassez de alimentos, energia e protestos na ilha. Analistas veem a medida como parte de uma estratégia mais dura para promover mudanças no país caribenho.


















