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TSE afirma que eleições estão livres de ameaças externas ou do crime organizado

Inteligência aponta cenário estável para a votação e tribunal reforça apelo para que eleitores compareçam às urnas ignorando boatos e notícias falsas

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, declarou neste sábado que o processo eleitoral brasileiro transcorre em total normalidade e segurança, sem registros de riscos iminentes. De acordo com o magistrado, as análises conduzidas em conjunto com os órgãos de inteligência não apontam nenhuma vulnerabilidade ou sinal de comprometimento do pleito por parte de interferências estrangeiras ou de facções do crime organizado. 

“Nosso pleito não está sob ameaça concreta seja internacional ou do crime organizado. Os órgãos de inteligência que trabalham em parceria conosco não apontam qualquer indício disso”, afirmou o ministro em entrevista. 

Combate à desinformação e apelo ao voto

Durante os preparativos finais para o dia de votação, o presidente do TSE fez um alerta severo contra a circulação de notícias falsas e boatos nas redes sociais voltados a desestabilizar o ambiente democrático. Nunes Marques enfatizou que a população não deve dar crédito a conteúdos fabricados exclusivamente para gerar tumulto. 

Ressaltando a relevância da participação cívica, o chefe da Justiça Eleitoral convocou os cidadãos a exercerem o direito ao voto com confiança na força de suas escolhas:

  • Valorize seu voto: “O que o eleitor deve acreditar é que o voto dele é de uma importância tamanha que tem o poder de definir o destino dessa nação”, destacou Nunes Marques.
  • Recomendações práticas: O magistrado orientou que os votantes levem anotado o número de seus candidatos, portem um documento oficial com foto e compareçam às suas respectivas seções eleitorais.

Estrutura de transparência e monitoramento

Para assegurar a lisura e a transparência máxima da votação, a Justiça Eleitoral implementou uma série de medidas logísticas e tecnológicas. Na sede do TSE, foi realizada a tradicional cerimônia de emissão da “zerésima” — relatório oficial que comprova a ausência de votos pré-computados nas urnas eletrônicas para os cargos em disputa — acompanhada por observadores internacionais e representantes partidários.

Adicionalmente, o tribunal estruturou salas especiais para o acompanhamento dos partidos políticos, estabeleceu parcerias com plataformas digitais para conter a disseminação de fake news em tempo real e montou esquemas para monitorar fatores climáticos que possam eventualmente interferir no deslocamento de eleitores em determinadas regiões. O pleito também conta com a cobertura massiva de aproximadamente mil jornalistas credenciados de veículos de imprensa nacionais e internacionais. 

Fonte: O Globo

*Imagem da capa editada por IA

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