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Zema endurece o tom contra o STF e questiona contrato milionário de esposa de ministro

Pré-candidato à Presidência não recua após pedido de Gilmar Mendes para incluí-lo no inquérito das fake news e ataca diretamente Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes: “Como pode a esposa de um ministro ter um contrato de R$ 129 milhões com o maior golpista do Brasil!”

O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) manteve o tom elevado e não deu sinais de recuo após o ministro Gilmar Mendes pedir sua inclusão no inquérito das fake news, comandado pelo ministro Alexandre de Moraes. Em nova manifestação pública, Zema detonou diretamente três ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) — Moraes, Toffoli e o próprio Gilmar Mendes — ao questionar supostas relações de familiares da Corte com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, alvo de investigações da Polícia Federal.

Confira a declaração de Romeu Zema:

“Como pode a esposa de um ministro ter um contrato de R$ 129 milhões com o maior golpista do Brasil!”

Zema destacou o polêmico contrato firmado pelo escritório de advocacia da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, com o Banco Master. O valor total do acordo chegou a R$ 129 milhões.

“Como pode a esposa de um ministro ter um contrato de R$ 129 milhões com o maior golpista do Brasil!”, questionou Zema.

O ex-governador tem usado vídeos com fantoches e recursos de edição para satirizar o que classifica como “intocáveis” no STF. A série “Os Intocáveis” já gerou reação de Gilmar Mendes, que pediu a Moraes a abertura de investigação contra Zema por suposto vilipêndio à honra da Corte.

Apesar da pressão, Zema reforçou que não pretende silenciar. Ele defende a liberdade de expressão e o direito ao humor político, afirmando que críticas e sátiras fazem parte da vida democrática. O mineiro compara a situação atual com escândalos passados e argumenta que ministros do Supremo, por atuarem como figuras públicas, devem estar sujeitos ao mesmo escrutínio que qualquer outra autoridade.

O caso envolve ainda suspeitas de relações entre familiares de ministros e o grupo de Daniel Vorcaro, incluindo viagens e outros contratos, o que tem alimentado debates sobre imparcialidade e conflitos de interesse no Supremo Tribunal Federal.

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