Documento criado na Segunda Guerra Mundial e costurado em equipamentos de voo salva vidas de aviadores resgatados no Kuwait; mensagem multilíngue promete recompensa por ajuda a pilotos em território hostil

O famoso “bilhete de sangue” (blood chit), criado durante a Segunda Guerra Mundial e mantido em uso pelas forças armadas americanas até os dias atuais, voltou a ganhar destaque após o resgate de pilotos no Kuwait.
Costurado dentro dos equipamentos de voo ou dos coletes salva-vidas, o pequeno cartão serve como um pedido de socorro universal para pilotos abatidos em território inimigo ou hostil.
A mensagem, escrita em inglês, árabe, turco, persa e curdo, é clara e direta:
“Sou americano e não falo sua língua. Não farei mal a vocês. Por favor, deem-me comida, água, abrigo, roupas e cuidados médicos. Ajudem-me a chegar às forças americanas ou às forças aliadas. Ao fornecer meu nome e número de série às autoridades americanas, você será recompensado.”
O bilhete promete recompensa financeira ou outra forma de retribuição a civis que ajudem o piloto a retornar em segurança às linhas aliadas, incentivando a cooperação mesmo em regiões de conflito. A prática continua ativa em missões modernas, incluindo operações no Oriente Médio, e já salvou dezenas de vidas ao longo das décadas.


















