Críticas crescem por ver tentativa de impor ideologia em símbolo máximo do futebol brasileiro; internautas detonam falta de bom senso na comissão responsável e questionam falta de respeito à identidade nacional
O lançamento do novo uniforme da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026 gerou forte rejeição por parte da torcida, que vê na escolha do apelido “Brasa” uma tentativa de desvirtuar o nome sagrado do Brasil. Em vez de honrar a tradição e a força do país, o design imposto pela Nike e endossado pela CBF é acusado de impor uma marca artificial e estranha à alma brasileira.
Nas redes sociais, o descontentamento explodiu:
Um dos comentários que melhor capturou o sentimento coletivo foi o desabafo carregado de ironia:
“Eu quero saber se não tinha alguém nessa reunião pra dizer: ‘olha, tá uma merda isso, troca’. Alguém na equipe! Uma pessoa! Porque foi uma comissão. Uma pessoa pra dizer que tava uma merda! Quem chama o Brasil de BRASA?”



A frase repercutiu amplamente, refletindo a percepção de que uma comissão inteira — formada por profissionais da CBF e da Nike — aprovou o conceito sem que ninguém tivesse coragem ou bom senso de alertar para o erro. Críticos argumentam que “Brasa” soa como uma tentativa de rebatizar o Brasil com um termo juvenil e descolado, esvaziando o peso histórico, cultural e patriótico que o nome “Brasil” carrega.
Muitos torcedores veem nessa escolha mais um passo na direção de uma agenda que dilui símbolos nacionais, substituindo orgulho por modismos estrangeiros. O amarelo-canário tradicional, símbolo de garra e unidade, agora vem acompanhado de um apelido que poucos brasileiros reconhecem ou aceitam como seu.
A polêmica reforça o sentimento de que o futebol brasileiro, maior patrimônio cultural do país, está sendo usado como ferramenta para experimentos de marketing que pouco respeitam a identidade nacional.


















