Carlos Bolsonaro compara investigações da PF contra grupo financeiro que teve consultoria do filho de Lula e ligações com o Comando Vermelho
Carlos Bolsonaro (PL-RJ) publicou nas redes sociais uma reflexão comparativa sobre como os meios de comunicação e as autoridades tratariam eventuais esquemas noticiados se envolvessem um dos filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro, em contraste com as denúncias recentes envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.
Confira a postagem de Carlos Bolsonaro:

A postagem surge em meio à Operação Fallax, deflagrada pela Polícia Federal na quarta-feira (25 de março de 2026), que investiga fraudes bancárias estimadas em mais de R$ 500 milhões contra a Caixa Econômica Federal e outros bancos, além de lavagem de dinheiro. O CEO do Grupo Fictor, Rafael Góis, e o ex-sócio Luiz Phillippe Rubini foram alvos de busca e apreensão.
De acordo com reportagens, Lulinha atuou como assessor da Fictor (ou consultor, conforme diferentes veículos) em 2024, com o objetivo de aproximar o grupo do governo federal. A defesa de Lulinha confirma que ele conhece Rubini, mas nega qualquer relação comercial direta com a Fictor ou participação em favorecimentos.
O CEO da Fictor, Rafael Góis, é descrito por fontes como amigo pessoal de políticos e do filho de Lula. Já a cúpula da Fictor teria usado, segundo a PF, laranjas de célula paulista do Comando Vermelho (CV) em fraudes, com a investigação apontando elo entre o grupo financeiro e integrantes da facção criminosa para lavagem de dinheiro e obtenção de empréstimos fraudulentos.
A operação Fallax cumpriu dezenas de mandados em São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia, com prisões preventivas e bloqueio de bens. As fraudes envolveriam criação em massa de empresas de fachada, uso de “laranjas”, contabilidade fraudada e participação de funcionários de bancos.


















