Governo acelera aprovação da redução da jornada de trabalho em ano eleitoral, mas adverte para riscos de alta de preços e desemprego
O petista Lula da Silva pretende deixar os principais efeitos financeiros e econômicos do fim da escala 6×1 para o mandato seguinte. A estratégia ocorre em meio à tramitação prioritária da proposta no Congresso Nacional, com o objetivo de entregar a medida ainda em 2026.
Entre os riscos apontados por analistas e setores produtivos estão o aumento dos preços e o crescimento do desemprego, especialmente em segmentos que dependem fortemente da escala atual. No entanto, segundo a avaliação de colunistas, o governo opta por avançar a medida agora e transferir os custos para depois das eleições.
A articulação envolve acordo com o presidente da Câmara, Hugo Motta, e o relator da matéria, com transição negociada para minimizar resistências imediatas do setor produtivo. Críticos argumentam que o calendário eleitoral influencia diretamente a pressa na aprovação.
Fonte: CNN BRASIL


















