Senador exalta o uso genuíno das cores da bandeira e vincula os símbolos do país à sua plataforma política de renovação
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reforçou o papel da direita como a verdadeira guardiã do patriotismo no país, criticando as recentes tentativas do petista Lula da Silva e do Partido dos Trabalhadores (PT) de se reapropriarem do verde e amarelo para fins puramente eleitorais e de olho na visibilidade da Copa do Mundo de 2026.
Para as lideranças conservadoras, o orgulho de carregar as cores do Brasil deve ser uma postura constante, e não uma estratégia de marketing partidário adotada apenas em momentos de conveniência política.
Flávio Bolsonaro enfatizou que o respeito e o amor à bandeira e à camisa nacional fazem parte da essência e da trajetória de seu grupo político, diferindo da esquerda, que historicamente priorizou as cores de seu próprio partido.
A declaração ecoa o sentimento de milhões de apoiadores que veem no uso contínuo das cores nacionais um símbolo de resistência e de defesa dos valores tradicionais, da família e da liberdade econômica, independentemente de calendários de votação.


















