Flávio, Eduardo, Carlos e Renan criticam determinação do STF que suspendeu contatos e visitas por até 30 dias, classificando medida como perseguição e apontando violação constitucional
A recente determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) restringindo visitas ao presidente Jair Bolsonaro gerou uma onda de reações imediatas e coordenadas por parte de seus filhos. A medida isola Bolsonaro de aliados políticos e impõe prazos de afastamento que atingem diretamente o núcleo familiar.
O filhos de Bolsonaro utilizaram suas plataformas digitais para contestar a legalidade da decisão e denunciar o tratamento assimétrico por parte do Judiciário.
Eduardo argumentou que, mesmo em cenários extremos previstos na legislação brasileira, a falta de comunicação total é vedada:

“A Constituição diz que mesmo numa situação grave como o estado de defesa, ainda assim, é proibido deixar o preso incomunicável”, afirmou o deputado, lembrando que o estado de defesa costuma ser acionado justamente em contextos de ameaça às instituições democráticas.
Por sua vez, o senador Flávio Bolsonaro classificou o bloqueio de agendas e contatos institucionais como um ato de censura e “perseguição desproporcional, argumentando que o isolamento busca minar a articulação política do grupo a poucos meses do calendário eleitoral, confira:
Carlos Bolsonaro demonstrou surpresa com a velocidade da decisão judicial, afirmando que o bloqueio às visitas dos filhos ocorreu “em questão de segundos” após a manifestação protocolada pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Pessoas próximas à família relatam que os prazos de afastamento determinados variam de 30 a 90 dias, dependendo do visitante.

Jair Renan Bolsonaro subiu o tom e comparou a situação atual de seu pai com o período em que o atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, esteve detido em Curitiba, confira:


















