Petista pontua a necessidade de mudanças estruturais no Conselho de Segurança durante a abertura do evento em Nova York
O cenário político internacional voltou-se para Nova York nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, onde o petista Lula da Silva proferiu o que marca o seu derradeiro discurso à frente do mandato presidencial na abertura da 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Realizado sob forte expectativa devido ao calendário eleitoral brasileiro, o pronunciamento colocou em relevo temas cardinais como a soberania institucional, o fortalecimento democrático e a urgência de reformas estruturais no sistema internacional.

Nos bastidores e na tribuna, a avaliação de assessores e diplomatas indicou que o petista buscou passar um recado polido à comunidade internacional sobre o respeito intransigente às regras do processo democrático brasileiro.
Além das pautas de repercussão interna, o líder brasileiro aproveitou o palco global para intensificar as cobranças por mudanças no funcionamento das Nações Unidas, apontando fragilidades na atuação do Conselho de Segurança. Reiterando posições críticas já externadas em vésperas do evento, o presidente argumentou que o colegiado — composto por membros permanentes e rotativos — tem demonstrado limitações severas na prevenção e resolução pacífica de conflitos internacionais.
A pauta histórica defendida pelo Brasil inclui a reivindicação por um assento permanente no principal órgão decisório da ONU, além da ampliação da representatividade de continentes como o africano, visando refletir a multipolaridade do mundo contemporâneo. Com uma agenda intensa em território norte-americano que incluiu encontros bilaterais com lideranças globais, Lula encerra sua participação com foco no retorno imediato ao país para os desdobramentos finais da campanha eleitoral.
Fonte: Metrópoles
*Imagem da capa editada por IA

















